segunda-feira, 9 de março de 2026
HEDA forma 11 novos especialistas no Programa de Residência Médica, em 2026
Motorista tenta atropelar policiais durante ocorrência por perturbação do sossego
Motorista tenta atropelar policiais durante ocorrência por perturbação do sossego (Foto: PM)TCE nega recurso do prefeito de Parnaíba e mantém suspenso pregão de R$ 7,2 milhões por suspeita de sobrepreço de R$ 2,6 milhões
O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) negou o recurso apresentado pelo prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel Cunha de Brito, e decidiu manter suspenso o Pregão Eletrônico nº 88/2025, que previa gasto de R$ 7.234.500,00 com materiais destinados à manutenção e recuperação de vias públicas no município.
A decisão foi proferida pela conselheira Waltânia Maria Nogueira de Sousa Leal Alvarenga, que concluiu que os argumentos apresentados pela gestão municipal não foram suficientes para afastar os indícios de sobrepreço identificados pela área técnica do tribunal.
A licitação foi questionada após análise da fiscalização apontar diferenças significativas entre os valores previstos no edital e os parâmetros técnicos utilizados pelo tribunal. Mesmo após nova avaliação considerando custos de extração, transporte e descarga dos materiais, o TCE constatou a permanência de valores considerados acima do mercado.
De acordo com os cálculos apresentados no processo, o possível sobrepreço global chega a aproximadamente R$ 2.629.320,00.
Entre os itens analisados estão materiais utilizados na manutenção de vias, como argila, barro, pedregulho e piçarra. Segundo a área técnica, alguns desses insumos apresentavam valores bem superiores aos estimados com base em referências oficiais.
No caso da argila ou barro, por exemplo, o valor previsto pela prefeitura foi de R$ 61,04 por metro cúbico, enquanto o parâmetro técnico utilizado pelo tribunal apontou preço estimado de R$ 28,48. Já o pedregulho ou piçarra foi orçado em R$ 154,81, enquanto o valor calculado pela fiscalização ficou em R$ 101,51.
Diante dessas divergências, o tribunal entendeu que a manutenção da suspensão da licitação é necessária para evitar possível prejuízo aos cofres públicos.
Com a decisão, a Prefeitura de Parnaíba permanece impedida de homologar o pregão, assinar contratos ou registrar ata de preços, até que haja deliberação definitiva do tribunal.
O processo ainda seguirá para manifestação do Ministério Público de Contas do Estado do Piauí, antes de eventual julgamento pelo plenário da Corte de Contas.
A decisão reforça o entendimento do tribunal de que situações de urgência administrativa não justificam contratações com indícios de sobrepreço, especialmente quando envolvem recursos públicos de grande valor.
sábado, 7 de março de 2026
Mototaxista é morto durante assalto e criminoso abandona moto da vítima ao fugir da polícia em Luís Correia
quinta-feira, 5 de março de 2026
TCE-PI media acordo para resolver impasse do Fundef em Parnaíba

O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) esteve reunido na manhã de hoje (3) com representantes da Prefeitura, da Câmara dos Vereadores e dos professores do município de Parnaíba, litoral piauiense, para tratar da aplicação dos recursos oriundos dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). O projeto de lei fixando as normas para o pagamento deve ser votado ainda esta semana, pondo fim a uma discussão que vem desde o final do ano passado.
A Instrução Normativa nº 03/2024 da Corte de Contas estabelece os procedimentos para o envio, pelas Unidades Apresentadoras da Prestação de Contas (UAPCs) sob jurisdição do TCE-PI, da documentação relacionada ao recebimento de recursos oriundos de ações judiciais que tenham por objeto a complementação de parcela da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) ou no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
A auditora de Controle Externo Caroline Lima, chefe em exercício da Divisão de Fiscalização da Educação (DFPP1), apresentou as pendências identificadas na apresentação dos documentos constantes no art. 2º, da IN nº 03/2024, que resultaram na Representação referente ao Processo TC/001/874/2026.
Na ocasião foram sanadas as dúvidas acerca da utilização dos recursos para o pagamento de abono aos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício das funções na rede pública durante o período em que ocorreram os repasses a menor do Fundef (1997-2006) ou do Fundeb (2007-2020), bem como sobre a impossibilidade de destinação de recursos para profissionais atualmente em exercício, que não se enquadram na regra geral.
Por fim, o TCE-PI reforçou que mantém um canal permanente de diálogo com os jurisdicionados, orientando e acompanhando a adoção das providências necessárias para superar obstáculos na execução das políticas públicas, de modo a assegurar a correta aplicação dos recursos e a entrega efetiva de resultados à sociedade.
O procurador do município de Parnaíba, Eliaquim Nunes, representou o prefeito Francisco Emanuel na reunião. Ele afirmou que a intenção da prefeitura é trabalhar em harmonia, buscando sempre o caminho do acerto para melhorar a vida da população.

O vereador Batista do Catanduvas, líder do prefeito na Câmara, disse que buscou o entendimento com o Tribunal para trazer representantes dos grupos para sair com um entendimento construído de modo a satisfazer todos. Já o vereador Davi Soares, líder da oposição, considerou ser muito importante essa disposição do TCE-PI se colocar à disposição para orientar. “É extremamente importante e nesse caso de Parnaíba fez a diferença”, disse.
O advogado Geovani de Brito Machado, que representou os professores, disse que o que havia em Parnaíba era uma dúvida sobre quem seriam os beneficiários desse Fundef. “O Sinte nunca quis excluir ninguém, mas queria que a legislação fosse aplicada. O que ficou decidido é que todos os profissionais do magistério da época, seja do ensino infantil, do ensino fundamental, do EJA, de 2001 a 2006, terão direito”, afirmou.

O conselheiro substituto Jaylson Campelo disse que ao reunir representantes do Legislativo, do Executivo e dos professores para discutir a pauta do Fundef, o TCE-PI deu um passo importante na prevenção de problemas futuros para todos. “Todos saíram satisfeitos e evitamos um litígio. Foi uma reunião excelente”, resumiu.
Câmara Municipal de Parnaíba realiza 1ª edição do Programa “Câmara nos Bairros” no São Vicente de Paula

quarta-feira, 4 de março de 2026
VEREADOR BATISTA DO CATANDUVAS, TEVE REUNIÃO COM GOVERNADOR DO ESTADO.
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